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Escrito pela jornalista Andrea Carvalho, o conto O Uivo do Sertão conquistou o quarto lugar do Prêmio Maximiano Campos de Literatura de 2012.
A história trata da desventura de um trabalhador humilde que se apaixona pela filha de um latifundiário. O sentimento do jovem é correspondido, mas um segredo terrível pode destruir esse amor tão puro.




Não é humano é a estreia profissional do escritor Miguel Carqueija. Originalmente publicado na antologia Dinossauria Tropicalia, o conto foi reproduzido na sexta edição da extinta revista Dragão Brasil.
Narrada por um velho e enfermo professor da cidadezinha de Pedra Torta, a história trata de um livro profano raríssimo encontrado na biblioteca local e das terríveis consequências de tal descoberta.




Bolas de Feno ao Vento é outro miniconto de ficção científica do escritor Luiz Braz (alter ego de Nelson de Oliveira) que integra a coletânea Pequena coleção de grandes horrores, prevista para este março pela Terracota Editora.
Apresentando um tom mais sério, este não é tão divertido quanto Só Poeira (também comentado por aqui), mas é igualmente criativo. O autor trata dos pequenos acontecimentos, coincidências, incidentes e clichês do cotidiano da raça humana, atribuindo-lhes uma explicação que paira além da nossa realidade monótona e destrutiva.




Escrito por Luiz Braz (pseudônimo de Nelson de Oliveira), Só Poeira é um criativo e divertido miniconto de ficção científica que integra a coletânea Pequena coleção de grandes horrores, obra inédita a ser lançada em março deste ano pela Terracota Editora.
Num futuro próximo, quatro irmãos desenvolvem o primeiro androide. Orgulhosos de sua obra, feita à exata semelhança do ser humano, eles anunciam sua criação e revelam que esta possui um mecanismo de autodefesa projetado para protegê-la em toda a sua perfeição. Anos mais tarde, porém, isso pode se revelar uma má decisão.


