A série 7 coisas que aprendi é o meu primeiro projeto como escritor e também um dos mais bem sucedidos; um verdadeiro xodó. Inspirada em uma coluna no site da revista americana Writer’s Digest, esta iniciativa surgiu para saciar os sedentos pelas misteriosas águas da criação literária.
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No 100º post do Escriba Encapuzado, nada mais adequado que falar da série mais popular do blog.
Quando decidi me tornar um escritor, uma de minhas primeiras fontes de aprendizado foi o site americano Writer’s Digest (WD). Além das inúmeras dicas e conselhos publicados por lá, uma coluna regular despertou meu interesse.
Quero crer que todo escritor profissional, em algum momento da vida, sente-se angustiado e abatido, quiçá certo de que jamais escreverá algo digno de ser lido. Tal pensamento conforta este pobre e extremamente exigente aprendiz.
Além disso, recorro sempre a uma listinha com 10 breves dicas motivacionais que elaborei para essas ocasiões não tão raras. Se o capuz também lhe serviu, querido leitor, reserve uns minutinhos para lê-las e, talvez, pregá-las num lugar bem visível.
Como já devem saber, 2013 é para mim o ano da profissionalização; é quando pretendo, entre outras coisas, participar de uma oficina de escrita. Lendo a respeito, topei com o excelente artigo “Escritor em construção”, publicado na edição 15 da revista Metáfora.Nele, Luciano Velleda mostra que a oferta de tais cursos tem crescido no Brasil, mas defende que é preciso avaliar bem antes de optar por um.