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	Comentários sobre: Como ser escritor?	</title>
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	<description>T. K. Pereira</description>
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		<title>
		Por: 10 artigos mais lidos do Escriba Encapuzado em 2014		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3629</link>

		<dc:creator><![CDATA[10 artigos mais lidos do Escriba Encapuzado em 2014]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2015 14:04:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Como ser escritor? Qual é o caminho certo que conduz ao sonho de ser um autor reconhecido? [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Como ser escritor? Qual é o caminho certo que conduz ao sonho de ser um autor reconhecido? [&#8230;]</p>
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		<title>
		Por: Jose Anilto Dos Anjos		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3628</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Anilto Dos Anjos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 15:21:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3627&quot;&gt;T.K. Pereira&lt;/a&gt;.

Acredito que a liberdade criativa não seja totalmente tolhida, mas mantida subordinada a certas regras. Eu nunca escrevi seriamente a duas mãos, a experiência que tenho disto é um romance de FC que estou preparando com meu filho. 

Ele escreveu uma página inicial, em cima disto desenvolvi um &quot;mundo&quot; e iniciei um roteiro. Ele discordou de algumas coisas e me deu certos parâmetros. Corrigi os rumos e tive novas ideias. 

Assim aos poucos a história está se tornando consistente e com subtextos coerentes.

Algo importante em trabalhos desse tipo é exatamente o que foi citado: sintonia, desprendimento e concessões, que, apesar de em princípio parecer que limita a criatividade, na verdade força a busca de caminhos novos, e, no fim, acaba conduzindo por caminhos nunca imaginados. 

Mesmo que no fim haja discordâncias que inviabilizem um projeto, algo positivo pode ser aprendido.

&lt;strong&gt;Alguns pontos positivos:&lt;/strong&gt; disciplina, esquematização do trabalho, divisão de tarefas e exercício da criatividade parametrizada, coisas que fazem parte da competência racional do escritor. 

&lt;strong&gt;Um ponto negativo:&lt;/strong&gt; a voz autoral. Sempre ficará mais evidente a voz autoral daquele que efetuar a redação final. Isso pode ser complicado para o ego dos autores. 

Mas, isso pode ser facilmente contornado em obras que tenham dois ou mais focos narrativos. Como por exemplo, a saga da &lt;strong&gt;Guerra dos Tronos&lt;/strong&gt;, onde cada capítulo tem foco em uma personagem diferente, e, se tivesse sido escrito a várias mãos, cada um teria espaço para sua voz autoral.

É uma experiência que pode trazer bons frutos, enriquecendo as competências de cada escritor. Um exercício que vale a pena. 

No meu caso, enriqueceu minhas relações com meu filho, com o qual eu trocava poucas palavras. Talvez isso tenha acontecido com &lt;strong&gt;P.C. Cast&lt;/strong&gt; e sua filha Kristin, na série &lt;strong&gt;A Morada da Noite&lt;/strong&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3627">T.K. Pereira</a>.</p>
<p>Acredito que a liberdade criativa não seja totalmente tolhida, mas mantida subordinada a certas regras. Eu nunca escrevi seriamente a duas mãos, a experiência que tenho disto é um romance de FC que estou preparando com meu filho. </p>
<p>Ele escreveu uma página inicial, em cima disto desenvolvi um &#8220;mundo&#8221; e iniciei um roteiro. Ele discordou de algumas coisas e me deu certos parâmetros. Corrigi os rumos e tive novas ideias. </p>
<p>Assim aos poucos a história está se tornando consistente e com subtextos coerentes.</p>
<p>Algo importante em trabalhos desse tipo é exatamente o que foi citado: sintonia, desprendimento e concessões, que, apesar de em princípio parecer que limita a criatividade, na verdade força a busca de caminhos novos, e, no fim, acaba conduzindo por caminhos nunca imaginados. </p>
<p>Mesmo que no fim haja discordâncias que inviabilizem um projeto, algo positivo pode ser aprendido.</p>
<p><strong>Alguns pontos positivos:</strong> disciplina, esquematização do trabalho, divisão de tarefas e exercício da criatividade parametrizada, coisas que fazem parte da competência racional do escritor. </p>
<p><strong>Um ponto negativo:</strong> a voz autoral. Sempre ficará mais evidente a voz autoral daquele que efetuar a redação final. Isso pode ser complicado para o ego dos autores. </p>
<p>Mas, isso pode ser facilmente contornado em obras que tenham dois ou mais focos narrativos. Como por exemplo, a saga da <strong>Guerra dos Tronos</strong>, onde cada capítulo tem foco em uma personagem diferente, e, se tivesse sido escrito a várias mãos, cada um teria espaço para sua voz autoral.</p>
<p>É uma experiência que pode trazer bons frutos, enriquecendo as competências de cada escritor. Um exercício que vale a pena. </p>
<p>No meu caso, enriqueceu minhas relações com meu filho, com o qual eu trocava poucas palavras. Talvez isso tenha acontecido com <strong>P.C. Cast</strong> e sua filha Kristin, na série <strong>A Morada da Noite</strong>.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: T.K. Pereira		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3627</link>

		<dc:creator><![CDATA[T.K. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 13:23:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3626&quot;&gt;Jose Anilto Dos Anjos&lt;/a&gt;.

Não creio que a satisfação pese tanto quanto a liberdade criativa ao se considerar a coautoria.

Escrever em parceria requer sintonia, desprendimento, os envolvidos devem estar dispostos a fazer concessões durante a elaboração do livro.

Nunca escrevi ficção a mais de duas mãos, mas outros tipos de textos sim; se nestes casos já é difícil acordar objetivos, estrutura e diversos outros aspectos da produção, eu imagino o quão trabalhoso, exaustivo e restritivo deve ser escrever um romance, por exemplo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3626">Jose Anilto Dos Anjos</a>.</p>
<p>Não creio que a satisfação pese tanto quanto a liberdade criativa ao se considerar a coautoria.</p>
<p>Escrever em parceria requer sintonia, desprendimento, os envolvidos devem estar dispostos a fazer concessões durante a elaboração do livro.</p>
<p>Nunca escrevi ficção a mais de duas mãos, mas outros tipos de textos sim; se nestes casos já é difícil acordar objetivos, estrutura e diversos outros aspectos da produção, eu imagino o quão trabalhoso, exaustivo e restritivo deve ser escrever um romance, por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Jose Anilto Dos Anjos		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Anilto Dos Anjos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 20:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3625&quot;&gt;T.K. Pereira&lt;/a&gt;.

Observo que escritores de maneira geral são artistas solitários e muitos quebram a cabeça sozinhos antes de acertarem com o caminho das pedras. 

No fim, o trabalho solitário possibilita uma satisfação muito maior, porém, bem mais difícil de ser atingida. 

Depois de reconhecidos seus talentos e não talentos, a parceria pode abreviar o caminho.

Quem está começando precisa perder a inibição e tentar as várias possibilidades, e assim, quem sabe, encontrar seu cantinho no mundo literário.

Mas é bem assim mesmo, cada um escolhe seu próprio rumo. Minha sugestão é que estejam sempre muito bem preparados para fazer a escolha certa... e se errarem, sempre pode-se tentar de novo.

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3625">T.K. Pereira</a>.</p>
<p>Observo que escritores de maneira geral são artistas solitários e muitos quebram a cabeça sozinhos antes de acertarem com o caminho das pedras. </p>
<p>No fim, o trabalho solitário possibilita uma satisfação muito maior, porém, bem mais difícil de ser atingida. </p>
<p>Depois de reconhecidos seus talentos e não talentos, a parceria pode abreviar o caminho.</p>
<p>Quem está começando precisa perder a inibição e tentar as várias possibilidades, e assim, quem sabe, encontrar seu cantinho no mundo literário.</p>
<p>Mas é bem assim mesmo, cada um escolhe seu próprio rumo. Minha sugestão é que estejam sempre muito bem preparados para fazer a escolha certa&#8230; e se errarem, sempre pode-se tentar de novo.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: T.K. Pereira		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3625</link>

		<dc:creator><![CDATA[T.K. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 20:23:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3624&quot;&gt;Jose Anilto Dos Anjos&lt;/a&gt;.

Interessante. Confesso que não vejo a coautoria como caminho, ao menos não por ora.

Não conhecia o trabalho de Spindler e Comesanha; vou dar uma conferida.

Sobre a participação em antologias, de fato elas não são o único modo de iniciar uma carreira de escritor, mas são, digamos, boas oportunidades de validação - ter um texto selecionado para uma coletânea série de contos ou poesias é um bom indicativo de que se está no caminho certo.

Para quem está começando, um romance pode ser muito intimidador, creio, mas não há nada errado em querer estrear no mundo literário deste modo. Como escrevi no post, cada escritor trilha seu próprio caminho.

Eita que a discussão está boa, hein? ;)

Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3624">Jose Anilto Dos Anjos</a>.</p>
<p>Interessante. Confesso que não vejo a coautoria como caminho, ao menos não por ora.</p>
<p>Não conhecia o trabalho de Spindler e Comesanha; vou dar uma conferida.</p>
<p>Sobre a participação em antologias, de fato elas não são o único modo de iniciar uma carreira de escritor, mas são, digamos, boas oportunidades de validação &#8211; ter um texto selecionado para uma coletânea série de contos ou poesias é um bom indicativo de que se está no caminho certo.</p>
<p>Para quem está começando, um romance pode ser muito intimidador, creio, mas não há nada errado em querer estrear no mundo literário deste modo. Como escrevi no post, cada escritor trilha seu próprio caminho.</p>
<p>Eita que a discussão está boa, hein? 😉</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: T.K. Pereira		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3623</link>

		<dc:creator><![CDATA[T.K. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 18:49:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3620&quot;&gt;Piscies&lt;/a&gt;.

Valeu, Marco.

Não é à toa que volta e meia vejo alguém reclamar da ausência de técnicas práticas em livros que ensinam a escrever.

Técnicas são importantes? Sem dúvida. Mas elas por si só não fazem boa literatura. 

Não se tratam de regras e fórmulas, mas de observação, sensibilidade, vivência. Afinal, um escritor não é um matemático.

Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3620">Piscies</a>.</p>
<p>Valeu, Marco.</p>
<p>Não é à toa que volta e meia vejo alguém reclamar da ausência de técnicas práticas em livros que ensinam a escrever.</p>
<p>Técnicas são importantes? Sem dúvida. Mas elas por si só não fazem boa literatura. </p>
<p>Não se tratam de regras e fórmulas, mas de observação, sensibilidade, vivência. Afinal, um escritor não é um matemático.</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: T.K. Pereira		</title>
		<link>https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3622</link>

		<dc:creator><![CDATA[T.K. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 18:36:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://escribaencapuzado.com.br/?p=3964#comment-3622</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3619&quot;&gt;Valesca Dos Santos Pederiva&lt;/a&gt;.

Puxa, obrigado, Valesca. :)

Positivo ou não, todo retorno dos leitores é importante. Afinal, o que é um escritor sem seu público, não é mesmo?

Espero ver mais comentários seus por aqui.

Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://escribatk.com.br/blog/2013/08/09/como-ser-escritor/#comment-3619">Valesca Dos Santos Pederiva</a>.</p>
<p>Puxa, obrigado, Valesca. 🙂</p>
<p>Positivo ou não, todo retorno dos leitores é importante. Afinal, o que é um escritor sem seu público, não é mesmo?</p>
<p>Espero ver mais comentários seus por aqui.</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
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